30 de janeiro de 2015

Sacuda o pó das sandálias!

Queridos, que a paz de Jesus e o amor de Maria esteja com todos vocês.
Muitas comunidades já estão iniciando suas atividades catequéticas, é tempo de renovar o seu sim ao chamado de Jesus, sacudir o pó das sandálias e continuar a caminhada anunciando a Boa Nova a todos. Encontrei esse texto no grupo “Catequistas em Formação”, no face, publicado pela catequista Ângela Rocha. É uma bela reflexão para este início de caminhada, por isso, gostaria de partilhar com vocês, como motivação para mais um ano de missão. Desejo que tenham um ano repleto de bênçãos, que as sementes lançadas encontrem terras férteis e que as dificuldades que surgirem no caminho, não os impeçam de continuar a missão que lhes foi confiada. Um grande abraço.

SACUDA O PÓ DAS SANDÁLIAS!




Muitos catequistas, ao procurar o melhor e o mais correto em termos de Evangelização, não são bem aceitos em suas comunidades. É o medo de mudança, insegurança e até inveja; que causam este tipo de reação nas pessoas.
Jesus, ao enviar seus discípulos para anunciar o Reino de Deus, fez questão de ensiná-los a tomar uma atitude diante das possíveis rejeições: “Mas se forem mal recebidos, saiam logo daquela cidade. E, na saída, sacudam o pó das suas sandálias, como sinal de protesto contra aquela gente” (Lucas 9, 5).
Ser mal recebido causa frustração profunda, não ser aceito é a pior das situações. Principalmente quando temos a melhor das intenções. Isto acontece na relação entre família, amigos, cônjuges, pais e filhos e, na Igreja, por incrível que pareça, entre irmãos na mesma fé.
Machuca muito constatar que nosso melhor em termos de ajuda não foi recebido e, ainda por cima, foi mal interpretado. Dói e nos deixa desesperançados. Muitos de nós ficamos até irritados com aqueles que, mesmo vendo nosso testemunho cristão, não somente não nos aceitam, mas até nos desprezam.
Então eu sempre lembro deste "protesto" que Jesus orientou os discípulos a fazerem. E o que significa sacudir “o pó das sandálias”?
Jesus é tolerante nas nossas limitações. É insistente, no sentido de dar novas chances. É desconcertante, quando nos perdoa setenta vezes sete... conservar o pó de nossas sandálias é o mesmo que trazer sempre à mente as injustiças que sofremos e as rejeições quando decidimos ir no caminho de Jesus. Porque nossa missão de testemunhas precisa ser constante, nosso cuidado de limpar o pó das sandálias precisa ser regular. Pó que não é jogado fora só serve para cultivar nossos ressentimentos. Só serve para nos debilitar espiritualmente. Então, sacuda o pó das sandálias!
E, quem sabe, neste pó não ficarão algumas sementinhas daquilo que você tentou semear...




Campanha da Fraternidade 2015

A Campanha da Fraternidade 2015 será oficialmente lançada no dia 18 de fevereiro. Com o tema “Fraternidade: Igreja e Sociedade” e lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10, 45), a  Campanha da Fraternidade (CF) buscará recordar a vocação e missão de todo o cristão e das comunidades de fé, a partir do diálogo e colaboração entre Igreja e Sociedade, propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II.




LEITURA DO CARTAZ – CF 2015

O cartaz da CF 2015 retrata o Papa Francisco lavando os pés na Quinta feira Santa de 2014. A Igreja atualiza o gesto de Jesus Cristo ao lavar os pés de seus discípulos. O lava pés é expressão de amor capaz de levar a pessoa a entregar sua vida pelo outro. É com este amor que todo ser humano é amado por Deus em Jesus Cristo. Ao entregar-se à morte de cruz e ressuscitar, como celebramos na Páscoa. Jesus leva em plenitude o ‘Eu vim para servir’ (cf. Mc 10,45).

A Igreja Católica, através de suas comunidades, participa das alegrias e tristezas do povo brasileiro. O Concílio Vaticano II veio iluminar a missão da Igreja que é evangelizar. Evangelizar pelo testemunho dialogando com as pessoas e a sociedade. No diálogo a Igreja (as comunidades), está a serviço de todas as pessoas. Ao servir ela participa da construção de uma sociedade justa, fraterna, solidária e de paz. No serviço ela edifica o Reino de Deus.

Fonte: CNBB


25 de abril de 2014

Dinâmica "A árvore da ressurreição"

Olá! Que a paz de Jesus e o amor de Maria estejam com todos vocês!
 
Através desta dinâmica podemos refletir com nossos catequizandos sobre o grande amor de Deus por nós. Tão grande amor que foi capaz de dar seu único filho para nos libertar do pecado e nos dar nova vida.

Para realizar essa dinâmica, você deve preparar duas árvores, sendo uma bem bonita e colorida, com flores, folhas ... e a outra, desenha só o contorno da primeira, em uma cartolina ou folha de papel madeira, escrevendo, em cima, o nome “Árvore da ressurreição”.

A árvore colorida você recorta em vários pedaços, para montar um quebra-cabeças.

No momento da dinâmica, você coloca o desenho (contorno) da árvore no chão e distribui os pedaços da outra para que os catequizandos tentem montar a árvore em cima do contorno. 

Quando a turma conseguir montar a árvore, você faz uma breve reflexão, falando que aquela é a árvore da ressurreição. Nós, quando não seguimos os ensinamentos de Jesus, somos como a primeira árvore, vazios e sem vida. Na Páscoa, Jesus morreu para nos libertar do pecado e ressuscitou para nos dar nova vida, deixando a nossa vida linda como essa nova árvore, mas para que Jesus transforme a sua vida (árvore), você tem que fazer a sua parte.

Você pode perguntar: O que eles sentiram ao montar a árvore, foi difícil juntar os pedaços? E depois que montaram, ela ficou bonita? Agora, o que devemos fazer para cultivar a nossa árvore assim, bonita e cheia de vida? 

Para concluir, você faz vários frutos e entrega para cada um escrever seu nome e colocar sobre a árvore, assumindo o compromisso de ser um bom fruto e cuidar bem da sua árvore (vida nova).

Enfatizar que, quando a árvore é bem cuidada, ela vai dar bons frutos, e nós somos os frutos dessa árvore, mas depende de nós ser um bom fruto e gerar novas árvores. Quando a árvore não é boa, ela não vai dar bons frutos e não vai agradar o coração de Deus.

Vamos ver o que acontece quando uma árvore não é boa? Neste momento, o catequista lê a seguinte passagem do evangelho: Mt 7,16-21.

Ao final, o catequista pode colocar a árvore na parede para que, sempre que eles olharem para ela, lembrem-se do compromisso que fizeram com Jesus, de ser um bom fruto e manter a sua árvore sempre linda.






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